Acorda, Amor!

acorda amor

A atriz Florencia Santángelo sob direção de Marcos Camelo, conduz o público a transitar pelos grandes afetos da vida, numa releitura nada convencional do conto clássico “A bela adormecida”

O encantamento de um grande amor, a dor de uma despedida, a euforia de uma comemoração, uma saudade. A partir do clássico “A Bela Adormecida”, o solo “Acorda, amor!”, da atriz Florencia Santángelo, dirigido por Marcos Camelo, apresenta uma inusitada narrativa onde a atriz fala de si mesma, contando uma história que muitos conhecem, mas de forma inédita.

Acorda, amor!” apresenta uma cena artesanal com efeitos simples, como personagens que ganham vida a partir de gestos mínimos aliados ao desenho da luz, que geram imagens singelas e ocupam o palco, aparentemente vazio. Com humor e ironia, Florencia apresenta o clássico conto de fadas, direcionado ao público adulto. “É um conto de fadas, porque conforta o coração. Tem apenas uma atriz, porque é o suficiente. Cinquenta minutos, porque é um desafio para contar uma eternidade”, explica a atriz.

“Acorda, amor!” busca exercitar o risco de manter o elo entre um ator e seu público. “Contar a história, ser a história, lançando mão de todas suas habilidades e incertezas, utilizando seu corpo e sua voz como início, meio e fim de toda ação”, define Marcos Camelo, que assina a direção.

Desde 2014 o espetáculo ACORDA AMOR! tem realizado mais de 80 apresentações, passando por importantes festivais de teatro dentro e fora do Brasil, conquistando diversos prêmios de melhor atriz e melhor espetáculo entre outros

SOBRE A CIA QUATRO MANOS

Formada pelos atores Marcos Camelo (Brasil/ Rio de Janeiro) e Florencia Santángelo (Uruguai) a pesquisa da companhia se baseia no desejo de levar ao palco os principios da atuação do palhaço misturados a outras linguagens como solo narrativo e teatro físico. O jogo como ferramenta, a busca do estado pelo corpo e a resignificação do espaço pela ação.

A cartografia dos artistas é composta por escolas de teatro, circo, a arte do palhaço, o trabalho colaborativo em grupo e a contação de histórias.

Trabalhando a partir de textos não dramáticos, tem especial interesse na construção de uma dramaturgia autoral e contemporânea. O sofisticado e o popular a serviço do vinculo e o prazer de estar junto com o espectador, e a partir dele, construir algo novo.

Miniguaíra. 08/04, 21:00. 09/04, 12:00.

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