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start date 30/03/2022
map icon Cine Passeio

Mostra de Conteúdos Digitais Pandêmicos

Mostra de Conteúdos Digitais Pandêmicos

Mostra de Conteúdos Digitais Pandêmicos

Mostra de Conteúdos Digitais Pandêmicos
de 29 de março a 10 de abril das 14h as 22h

Local: Cine Passeio – Sala Valêncio Xavier

Mostra dos conteúdos digitais produzidos por companhias e artistas de Curitiba durante os anos 2020/21, em função da pandemia de Covid -19.

Programação:

  • Rumo de Cultura – People vs. Tesla – 31/03 às 15h e 06/04 às 20h30
  • Teatro de Breque – Aqui dentro e Lá fora – 30/03 às 18h30, 05/04 às 15h, 07/04 às 18h30 e 10/04 às 16h30
  • Minha Nossa Cia de Teatro – O Beijo em grupo – 31/03 às 20h30, 07/04 às 15h e 09/04 às 18h30
  • Pássaro Azul – Até onde vai sua coragem – ep. 1 e 2 (40’) – 02/04 às 15h e 09/04 às 15h. Ep. 3 e 4 (43’) – 03/04 às 15h e 10/04 às 15h
  • Cia. Projétil de Teatro – Ordinário cotidiano – 31/03 às 16h30, 01/04 às 20h30, 06/04 às 18h30 e 08/04 às 16h30
  • Rainha de Duas Cabeças – Pandêmico espetáculo e Distopia Curitibana – 30/03 às 16h30, 02/04 às
  • 20h30 e 05/04 às 20h30
  • Grupo P.U.T.O – Alexandria 8836BR – 01/04 às 18h30, 06/04 às 16h30 e 09/04 às 20h30
  • Cia. Curitibana Portátil de Teatro – A História de Muitos amores – 29/03 às 18h, 03/04 às 20h30 e 07/04 às 16h30 / Dona Macbeth + Bernard Só – 29/03 às 19h30, 03/04 às 16h30 e 08/04 às 20h30 / Eletronic Mail + Gotham City – 29/03 às 20h30 e 03/04 às 18h30
  • Grupo Antropofocus – Deixe seus problemas lá fora – 31/03 às 16h30, 01/04 às 20h30, 06/04 às 18h30 e 08/04 às16h30
  • Ave Lola – A Pausa + Trupe Ave Lola de Teatro 10 anos em 5 atos – 01/04 às 16h30, 05/04 às 16h30 e 10/04 às18h30
  • Maíra Lour – Insensatez – 30/03 às 18h30, 05/04 às 15h, 07/04 às 18h30 e 10/04 às16h30
  • Ruído CWB e Juana Profunda – O Maravilhoso Cabaré – 01/04 às 18h30, 06/04 às 16h30 e 09/04 às 20h30
  • CiaSenhas de Teatro – Síncope – 30/03 às 18h30, 05/04 às 15h, 07/04 às 18h30 e 10/04 às 16h30
  • Marcio Juliano e Cia. Ilimitada – Noël.doc – 31/03 às 18h30 e 08/04 às15h
  • Súbita Companhia – Aqui – 30/03 às 20h30, 02/04 às 16h30, 06/04 às 15h e 09/04 às16h30
  • Cia. Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo – Solo dos Mares – 30/03 às 15h, 02/04 às 18h30 e 08/04 às 18h30
  • Grupo Olho Rasteiro – Uma saudade brasileira – 01/04 às 15h, 05/04 às 18h30 e 07/04 às 20h30

No programa:

Rumo de Cultura – People vs. Tesla, em três capítulos (Audio séries)

Teatro de Breque – Aqui dentro e Lá fora.

Neste experimento duas macacas vivem juntas em uma fazenda e um fato inesperado vai transformar para sempre a vida da outra. As imagens foram captadas ao longo de um dia numa fazenda no interior do Paraná. Para criar a estória o grupo improvisou cenas a partir dos temas “perda” e “solidão”.  A natureza dá o tom opressor de isolamento num filme idealizado nos primeiros meses da pandemia
Escrito, dirigido e finalizado por Rodrigo Ferrarini
Com: Tatiana Blum e Pablito Kucarz

Minha Nossa Cia de Teatro – O Beijo em grupo

Beijar em grupo é tornar-se mais que um. Repetindo, à nossa maneira, esse ato humano, íntimo, político e poético de mais de dois mil anos, é com O Beijo em Grupo que a Minha Nossa Cia. de Teatro compartilha seis pequenas histórias que, assim como um beijo, provocam diálogo, invasão, saudação, afronta, denúncia, troca de afeto e amor.
Duração: 45 minutos
Ficha Técnica
Criação e performance: Fernanda Perondi, Inés Gutiérrez, Léo Moita, Moira Albuquerque, Raul Freitas e Val Salles
Direção e Dramaturgia: Léo Moita e Val Salles
Desenho de Som: Álvaro Antonio
Iluminação: Raul Freitas
Figurinos: Val Salles
Direção de produção: Moira Albuquerque
Captação e edição de vídeo: Alan Raffo e Lídia Ueta
Realização: Minha Nossa Cia. de Teatro
Curitiba/2020

Pássaro Azul – Até onde vai sua coragem (Podcast – Infantil)

ATÉ ONDE VAI SUA CORAGEM foi realizado com recursos do Programa de Apoio e Icentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, através da Lei Aldir Blanc. Realização: Pássaro Azul Produções. Direção: Arlindo Lopes. Texto: Renata Mizrahi. Direção musical, músicas e composições de Edith de Camargo e Neco Yaros. Elenco: Adriana Seiffert, Maureen Miranda, Edith de Camargo e Neco Yaros. Ilustrações de Lumina Pirilampos – Carolina Pereira. Edição e mixagem de Gilberto Filho. Idealização de Adriana Seiffert e Arlindo Lopes.

Companhia Projétil de Teatro – Ordinário cotidiano

Rainha de Duas Cabeças – Pandêmico espetáculo e Distopia Curitibana

PANDÊMICO ESPETÁCULO
Cesar Almeida reflete sobre o horror de estar confinado durante um ano. Como a vida mudou
depois que fomos privados do contato humano. Nada como o horror da vida em sociedade
para aplacar nossos demônios.
Texto, direção, câmera e edição, musica e atuação de Cesar Almeida
DISTOPIA CURITIBANA
Fábula distópica curitibana de um ator no teatro vazio. Cesar Almeida, 40 anos
de teatro LGBTQIA+ na capital. Mais de 60 espetáculos, 4 livros publicados faz
uma análise de um tempo que acabou: o tempo presencial quando o teatro
necessitava do público.
Ficha técnica: Roteiro, direção, atuação, música de Cesar Almeida.

Grupo P.U.T.O – Alexandria 8836BR

Quais as chances de se evitar uma tragédia anunciada? O que se espera do futuro que se
constrói nesse presente caótico? De que serve um artista no meio de tudo isso? Essas (e
algumas outras) questões conduzem-nos no processo de criação que metaforiza o Brasil
pandêmico e pandemônico para ALEXANDRIA 8836BR: Uma nave. Uma arca. Uma biblioteca.
Um bunker. Uma cápsula do tempo. Uma tentativa de salvar a humanidade, de antemão
frustrada, por não conseguir precisar o que “humanidade” significa.

Direção: Rodrigo Hayalla
Texto: Ali Freyer
Elenco: Ali Freyer, Fabiane de Cezaro, Guilherme Mendes Muniz e Lígia Quirino.
Iluminação e op. de luz: Erica Mityko
Trilha sonora: Renan D ́Avila
Feat – Musica Alexandria: Siddharta Gabriella Oliveira
Op. De Som: Lígia Quirino
Cenário: Erica Mityko e Rodrigo Hayalla
Cenotécnico: Sergio Richter
Figurino: P.U.T.O.
Costureira: Joana
Captação de Vídeos: Paulo Silveira
Edição de vídeos: Ali Freyer e Rodrigo Hayalla
Op. De Vídeos: Guilherme Mendes Muniz
Direção de Produção: Rodrigo Hayalla
Produção: Pinguim Produções
Realização: Movimento Enxame

Cia. Curitibana Portátil de Teatro – A História de Muitos amores (Estréia)/ Dona Macbeth/ Bernard Só/Eletronic Mail

Dona MacBeth:

Fragmentos de falas reinventadas de Lady MacBeth e textos originais, sobrepostos, desenham o caminho de diferentes proporções e olhares, sobre pessoas, escolhas, desejos, a natureza e o acaso. O extraordinário criado pelo homem para orientá-lo. Ainda que caminhando a aparentes passos largos, em jatos supersônicos, engatinhando, parece estar o homem, bem longe de uma ideia de humanidade solidária e serena como deseja a frágil e ingênua utopia dos artistas.  

Texto e Direção: Rafael Camargo
Atuação:  Adriano Petermann
Gravação e edição: Alan Raffo
Produção Executiva: Bia Reiner
Realização: Cia Curitibana Portátil de Teatro

Gotham City:

Um ator vestido de Batman. Será um herói ou apenas um homem? Tudo se passa numa “Gotham City” inventada, corrupta e violenta. Baseado em “Prometeu Acorrentado” de Ésquilo e em contos de Rafael Camargo, o diretor Adriano Petermann, que também realizou o trabalho de dramaturgia para unir esses textos, coloca o signo de um homem que veste essa fantasia de herói de sua própria vida para tentar suportar os infortúnios da própria existência. 

Texto: Rafael Camargo
Direção: Adriano Petermann
Atuação: Guilherme Pierri
Iluminação: Fernanda Mantovani
Realização: Oko Criativo & Cia Curitibana Portátil de Teatro

Eletronic Mail:

Em épocas de isolamento social, a comunicação virtual tornou-se a opção mais segura de fazer a vida real seguir adiante. Com texto e direção de Rafael Camargo, tendo no elenco Stella Mariss e Adriano Petermann dão voz aos “eletronic – mails (cartas/e-mails)”. O espetáculo Cênico/Virtual tem como cenário um ideal onírico e uma direção de arte pop. A sonoplastia foi criada a partir de canções inéditas e compostas por Rafael Camargo que também dirige a performance.

Dramaturgia e Direção Geral: Rafael Camargo
Elenco: Stella Mariss e Adriano Petermann
Intérprete em libras: Jonatas Medeiros
Trilha Sonora Original: Rafael Camargo
Figurino e Cenário: Stella Mariss
Luz: Alan Rafo
Designer Gráfico: Stella Mariss
Produção: Bia Reiner
Realização: Cia Curitibana Portátil de Teatro

Bernardo Só:

Bernard Só é um youtuber às vésperas de completar 90 anos, e a vida lhe pesa em demasia, ele faz uma reflexão sobre o existir mais que o possível necessário, numa vida que somos obrigados a viver e digerir.
A verborragia do texto num movimento de quase escrita automática, dispara para todas as direções, sem nos dar tempo de raciocinar. A única maneira é se deixar levar!

Texto: Luiz Felipe Leprevost
Direção: Rafael Camarg
Atuação: Adriano Petermann
Internet e vídeo: Alan Rafo
Produção: Bia Reiner
Realização: Cia Curitibana Portátil de Teatro

Grupo Antropofocus – Deixe seus problemas lá fora.

Vai começar “DEIXE SEUS PROBLEMAS LÁ FORA”, um programa de auditório feito para que você esqueça o estresse, a responsabilidade, o caos do dia a dia. Apresentado por Sheila Mara e Conrado Camargo, este show vai te ajudar a…. Tá sentindo esse cheiro de fumaça? Não deve ser nada. Este show vai aliviar o seu cansaço e… É sério, tô sentindo um negócio. Será que chama os bombeiros ou… Já chamaram e eles não atendem?… Bom, se não tem remédio, remediado está! Pegue a sua champagne e beba pra esquecer – para sempre.
Apresentado ao vivo durante uma mostra de teatro remota em outubro de 2020, “DEIXE SEUS PROBLEMAS LÁ FORA” mescla a linguagem do teatro e de vídeo, com base nas pesquisas de comédia que o Antropofocus conduz há mais de duas décadas. Com foco nos problemas ambientais que estamos enfrentando, o grupo satiriza o comportamento que muitos negacionistas têm (de fazer de conta que nada está acontecendo), mesmo perante as mais graves provas da fatalidade da nossa situação atual.
A título de comparação, é só imaginar que em outubro de 2020 a gente fez algo com a temática do filme “Não olhe para cima”, mas com 0,013% do orçamento deles.

Elenco Antropofocus: Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano, Marcelo Rodrigues
Elenco convidado: Anderson Bizzocchi (Voz em off),  Leonardo Oda, Marcel Malê Szymanski, Paulo Biscaia, Renata Melão, Robinson Tocera.
Figuração : Breno Monte Serrat, Elenize Dezgeniski, Karina Scariott.
Roteiro – Anne Celli & Andrei Moscheto
Figurino – Mozart Machado
Design Gráfico – Lula Carneiro
Trilha Sonora & Sonoplastia – Elieser de Jesus
Coral – Edmara Gazaniga, Renata Melão, Sofia de Jesus, Elieser de Jesus, Andrei Moscheto
Vídeo:
Consultoria Técnica – Alessandro Yamada
Iluminação & Som Direto – Paulo Rosa
Assistente de Iluminação & Som Direto – Karina
Scariott
Fotografia – Andrei Moscheto & Paulo Rosa
Câmera – Andrei Moscheto & Luís Fernando
Nicoloso
Edição – Andrei Moscheto
Apresentação ao Vivo:
Iluminação – Paulo Rosa
Câmeras – Allan Raffo & Lídia Ueta
Concepção Cenográfica – Mozart Machado
Cabelo e Maquiagem – Mozart Machado &
Marcelo Rodrigues
Mesa de Corte – Paulo Rosa
Operação de Sonoplastia – Breno Monte Serrat
Produção – Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano, Marcelo Rodrigues
Direção Geral – Andrei Moscheto
Apoio : Ave Lola, Cia Senhas de Teatro, Casa Quatro Ventos, Instituto Shukikan, Di Sotti, Máscaras & Fantasias
Este espetáculo foi apresentado ao vivo no Espaço Obragem, em 31 de outubro de 2020, como parte da Mostra MOVE

Ave Lola – A Pausa – um ensaio sobre as memórias de ontem – Trupe Ave Lola de Teatro – 10 anos em 5 atos/ MANAÓS

A Pausa – um ensaio sobre as memórias de ontem
Produção: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas
Gênero: Documentário híbrido
Duração: 15’11’’
Classificação Indicativa: livre

Tudo parecia cena e a atriz corria para o ensaio. O teatro fechou e ela não terminou o que havia começado, diz que está viva, a pausa não a paralisou.

Roteiro e atuação: Helena Tezza
Roteiro e montagem: Larissa de Lima
Trilha Sonora: Erik Satie

Trupe Ave Lola de Teatro – 10 anos em 5 atos
Produção: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas
Gênero: Documentário
Duração: 80’
Classificação Indicativa: livre
Quais são as histórias que uma trupe de teatro tem para contar no decorrer de dez anos? No caso da Ave Lola, são muitas histórias engraçadas, de superação, resiliência, determinação e perseverança que construíram esse coletivo artístico curitibano.  Essa é a premissa do documentário “Trupe Ave Lola de Teatro – 10 anos em 5 atos”.

Roteiro, câmera e edição: Larissa de Lima
Orientação de pesquisa: Ana Rosa Genari Tezza
Roteiro e claquete: Jamilssa Melo
Trilha Sonora: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Direção de Arte: Helena Tezza
Iluminação: Breno Monte Serrat
Assistência de edição: Luís Fernando Nicolosi
Comunicação: Jamilssa Melo / Larissa de Lima
Produção: Dara van Doorn
Produção Executiva: Laura Tezza

Maíra Lour – Insensatez

Insensatez tem origem na pesquisa da artista Maíra Lour sobre a obra e a vida de Ana Cristina Cesar e Alejandra Pizarnik, duas poetas latino-americanas que compartilham não só a morte trágica e precoce como também o impulso poético transbordante.
A dramaturgia transposta para o audiovisual traz a questão do suicídio entre poetas mulheres, trata de vida e morte, da fragilidade do corpo e da intensidade da palavra. Revela com sensibilidade e ousadia uma possível aproximação cronológica entre estas mulheres e levanta suposições de quem seriam elas a partir das pistas deixadas nos livros.

Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte

Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

Ruído CWB e Juana ProfundaO Maravilhoso Cabaré

O Maravilhoso Cabaré, grande encontrão do transformismo curitibano, realizado desde 2017 por Juana Profunda e Dalvinha Brandão, está de volta em formato online com 8 números inéditos babadeirossss!
Gravado no Ginger Bar, em Curitiba/PR, para compor a programação da COMBO DRAG WEEK 2021 online.
Elenco: Juana Profunda, Dalvinha Brandão, Miss G, Rubão, A Dita, Simone Magalhães, Diandra e Deborah Black.
Edição Cabaré: Felipe Aufiero
Edição Juana: Ricardo Kenji
Iluminação: Augusto Ribeiro
Design de live streaming: Paulo Rosa
Produção: Daniel Valenzuela e Cindy Napoli
Realização: Ruído CWB e Juana Profunda

CiaSenhas de Teatro – Síncope

Uma atriz e um ator.
As comemorações de final de ano se aproximam.
As dores mais recentes se sobrepõem a outras ainda não cicatrizadas.
A peste. Não a de agora, mas também…
1918, duas enfermeiras dão conta de um hospital lotado enquanto são solicitadas para
atender uma menina de 10 anos (VIOLADA), não a de agora, mas também…

SÍNCOPE é o primeiro trabalho da CiaSenhas no formato digital. Trata-se um espetáculo
cênico-manifesto e de uma comemoração ácida. É também um pedido de socorro que ecoa de
1918 em direção ao nosso coração de 2020/21. É um aceno para o futuro. Em cena uma atriz e
um ator reverberam vozes do passado que se misturam com vozes do presente para evocar
memórias que não precisaríamos ter.
Esse novo formato é para nós uma provocação que nos movimenta. Nele, a câmera tornou-se
uma parceira do processo de criação e nos mostrou outras ferramentas de relação com o
espectador.
SÍNCOPE estreou na III Mostra Move – Grupos de Teatro, promovida pelo Grupo Obragem em
14/11/2020.
Uma criação da CiaSenhas de Teatro
Dramaturgia e Direção – Sueli Araujo
Atuação – Ciliane Vendruscolo e Luiz Bertazzo
Assistente de direção – Anne Celli
Colaboração artística – Greice Barros
Preparação corporal – Cinthia Kunifas
Sonoplastia – Ary Giordani
Iluminação – Wagner Corrêa
Figurino – Amabilis de Jesus
Cenário – Paulo Vinícius
Câmera – Lídia Ueta
Produção – Marcia Moraes e Edran Mariano

Marcio Juliano e Cia ilimitada -Noël.doc

Idealizado pelo ator, cantor e diretor Marcio Juliano, o show Noël estreou no ano de 2006, em Curitiba. De lá para cá, percorreu 25 cidades brasileiras, passando pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná, além da capital federal, Brasília. Foram mais de 70 apresentações atingindo um público aproximado de 30 mil espectadores presencias. O documentário Noël.doc, feito durante o isolamento social, traz entrevistas exclusivas, gravadas pelo zoom, com os seus criadores e colaboradores. Imagens de arquivos em fotografias e vídeos ilustram e ajudam a remontar a trajetória do trabalho. O material traz também um registro inédito da composição Filosofia, de Noel Rosa e André Filho, gravada especialmente para o documentário. Além de Marcio Juliano, Noël conta com os músicos: Marcelo Torrone, Ale Age, Gabriel Schwartz e Sérgio Albach que também assina a direção musical. A direção cênica é Marcio Abreu, da Companhia Brasileira de Teatro. O doc traz não só eles, mas também o registro de impressões da equipe técnica e de criação, bem como de algumas cantoras convidadas que fizeram participação especial no trabalho como: Mônica Salmaso, Isabel Padovani, Uyara Torrente e Liane Guariente.

Direção e montagem: Marcio Juliano. Com Marcio Juliano, Sérgio Albach, Marcio Abreu, Mônica Salmaso, Marcelo Torrone, Ale Age, Gabriel Schwartz, Nadja Naira, Liane Guariente, Uyara Torrente, Chico Santarosa, Fernando Marés, Greice Barros, Isabel Padovani, Liane Guariente, Babi Farah, Edith Camargo, Edição de som e masterização: Chico Santarosa. Captação de imagem: Alan Raffo. Assistência de direção e assessoria de comunicação: Glaucia Domingos. Realização e produção: Cia ilimitada.

Súbita Companhia – AQUI

Há um problema, há um segredo, há uma esperança. Partindo dessas três sentenças a Súbita Companhia de Teatro em parceria com a dramaturga Lígia Souza apresenta  6 curtas metragens que formam AQUI. Um teatro com um buraco no teto que se abre aos poucos e nos permite ver o céu. Se é que havia alguma sensação de segurança dentro desta sala escura, hoje ela está abalada, algo faz tremer as paredes, há perigo lá fora. AQUI foi criado durante a pandemia COVID19 e reflete de maneira simbólica as sensações diante do isolamento e da impossibilidade do encontro.
Direção: Maíra Lour Roteiros: Ligia Souza Elenco: Cleydson Nascimento, Conde Baltazar, Helena de Jorge Portela, Janaina Matter e Pablito Kucarz Direção de fotografia/ Edição: Eli Firmeza Assistente de Câmera/Eletricista: Lucri Regiani Trilha Sonora: Álvaro Antonio Figurinos: Isbella Brasileiro Direção de Arte: Guenia Lemos Preparação de Elenco: Tonio Luna Maquiagem: Carol Suss Assistência de Direção: Dafne Viola Equipamentos cinematográficos: Backbros Imagens aéreas: Bernardo Rocha Produção Executiva: Michele Menezes Direção de Produção: Gabriela Berbert Assistente de Produção: Sergius Ramos Tradução em Libras: Talita Sharon Simões
1. AGORA É COM A GENTE. EU TENHO UM PLANO, SIM EU TENHO UM PLANO⠀
2. SABE QUE EU NASCI GÊMEO EM UM MUNDO EM GUERRA?⠀
3. OU FINCAMOS OS PÉS NA TERRA OU DANÇAMOS LIVREMENTE PELO ESPAÇO⠀
4. EU SOU OS LOBOS⠀
5. RUÍDOS DO FIM DO MUNDO EMBALADOS POR UMA MÚSICA BONITA⠀
6. TUDO COEXISTE. AQUI. AQUI. AQUI. AQUI. AQUI.⠀
Duração: 1h

A Historia de Muitos amores – 29 DE MARÇO AS 18H

ESTÓRIA DE MUITOS AMORES é o primeiro texto escrito por Domingos Oliveira. Nesta montagem temos o Circo de Portobello, um palhaço cego que não vê mais graça, um trapezista sem um braço, uma bailarina que não dança e uma jovem que quer fugir com o Circo. Os personagens dizem da quase impossibilidade de sermos. Estamos e continuamos a procura de, ou do que?
Com uma linguagem híbrida (teatro/ vídeo) e um universo com ambiente circense, contamos essa história. O circo como um não lugar, exilados de lugar nenhum. Com direção de Rafael Camargo, produção e atuação da Cia. Curitibana Portátil, que desenvolvem juntos há mais de 20 anos um trabalho de pesquisa continuada, temos esse trabalho pronto para o público. “A vida é indomável, mas na arte é possível fazê-la como gostaríamos“. Bom Filme!

Solo dos Mares E a revolta dos meninos homens de uma nação suspensa 

A partir da ideia central de uma narrativa sobre a história de vida e luta de João Cândido Felisberto, o herói injustiçado do Brasil, durante à Revolta da Chibata, a Isidoro Diniz Produções apresenta o espetáculo SOLO DOS MARES E A REVOLTA DOS MENINOS HOMENS DE UMA NAÇÃO SUSPENSA. A peça será transmitida online através do canal do YouTube da Isidoro Diniz Produções sempre as 21h00 de 02 a 11 de dezembro. O espetáculo marca também a comemoração dos 40 anos de vida artística do artista Isidoro Diniz.
Essa nova produção marca a primeira parceria entre a Isidoro Diniz Produções e o dramaturgo, pesquisador da cultura afro-brasileira e teatro negro brasileiro, Salloma Salomão que, junto a professora doutora Ione Jovino, criaram a dramaturgia do espetáculo. Vale ressaltar também, que SOLO DOS MARES é o espetáculo de estreia do ator mineiro Pedro Ramires que deu vida de maneira extraordinária ao personagem, tem a direção de Isidoro Diniz e Kátia Drumond e trilha original composta por Ricardo Verocai.
Em meio a pandemia de covid 19, com ensaios realizados virtualmente e com a presença de poucos integrantes por ensaio, o espetáculo evidencia a invisibilidade dos nossos heróis pretos, como João Cândido, que foi um líder nacional conhecido, mas não reverenciado. Legado ao ostracismo e a uma vida penosa, tendo sua representatividade retirada da história.
Através de um “solo manifesto” serão narradas situações cotidianas apresentando o racismo estrutural que persiste até os dias atuais com tantos outros líderes nacionais, apontando também outras personalidades que não foram reverenciadas, como: Machado de Assis, Clóvis Moura, Carolina de Jesus, Grande Otelo, Clementina de Jesus, Abdias Nascimento, Irmãos Rebouças, entre tantos outros.
Ao mesmo tempo, a ideia é traçar um paralelo entre a história do João Cândido Felisberto com a história do Benedito Isidoro Diniz e criar um elo entre o João, que se tornou marinheiro e nasceu em 1880, em uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul e o Benedito, que se tornou artista e nasceu em 1958, em uma fazenda no interior do Paraná. Ambos homens de luta e resistência para superar todas as adversidades que a condição de pretos impõe.
Após sua liderança na Revolta da Chibata e a sua prisão, João Cândido foi perseguido como rebelde, punido e condenado pela instituição do estado, impedido de reconstruir sua vida com dignidade e poder usufruir da sua expertise para se tornar um grande homem da Marinha Mercante, com visibilidade, reconhecimento e prosperidade. Benedito passa por processo semelhante (e recorrente entre pessoas pretas) por conta do racismo estrutural, institucionalizado no país. No entanto, suas conquistas não impediram que ele não passasse pelo mesmo processo de exploração, segregação, discriminação e racismo que tantos Beneditos, Marias, tantos artistas como as atrizes Odelair Rodrigues e Geisa Costa, os compositores Lápis e Itamar Assumpção passaram e passam até os dias de hoje.
Assim, SOLO DOS MARES quer mostrar que após tantas revoltas e lutas e, apesar de muitas conquistas a longo prazo do movimento negro e de diferentes líderes da luta antirracista, ainda se continua no mesmo ponto de negação, pois os pretos não alçaram seu devido lugar através de sua valorização e reconhecimento que todos esses talentos merecem. Nesse paralelo entre passado e presente, se evidencia a contemporaneidade do tema, para apresentar a força do racismo estrutural que até a atualidade oprime e impede a ascensão de pretos e pretas na sociedade, independente da atuação dessas personalidades e do espaço geográfico que atuam.
O espetáculo será exibido todos os dias a partir de , gratuitamente, sempre às 21h. Nos as sessões contarão com um intérprete em libras.
Este projeto foi realizado através do programa de Apoio de Incentivo à Cultura Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal da Cultura com incentivo do Ebanx. 

Ator: Pedro Ramires
Direção e Pesquisa: Isidoro Diniz e Kátia Drumond
Dramaturgia e Pesquisa: Salloma Salomão e Ione Jovino
Trilha Sonora Original: Ricardo Verocai
Iluminação: Lucas Amado
Cenário: Rhenan Queiroz
Figurinos e Adereços: Cristine Conde
Pesquisa e Direção de Fotografia: Pretícia Jerônimo
Transmissão/Registro em Vídeo: Luigi Castel
Direção de Arte, Design e Edição de Vídeo: Ricardo Verocai
Operador de Som: Filipe Castro
Tradução em Libras: Rhaul de Lemos
Fotos: Kraw Penas
Mídias Sociais: Barbara Sanson João Luis Fiani Direção de Produção: Bia Reiner
Produção Executiva: Carlos Roberto Barbosa Coordenação: Isidoro Diniz
Realização: Isidoro Diniz Produções

Uma Saudade Brasileira
“Uma Saudade Brasileira” é o primeiro projeto audiovisual do Grupo Olho Rasteiro e tem a saudade como fio condutor da narrativa. O documentário híbrido é constituído por depoimentos reais e respostas poéticas, intercambiando as linguagens do teatro e do audiovisual. Assim, a saudade é investigada poeticamente e esteticamente a partir da amálgama de sentimentos que a própria palavra representa. Saudade como espera, retorno, vazio, memória viva, como pássaro e máquina, que costura o presente, o passado e projeta futuros. O trabalho conta ainda com a participação dos familiares do elenco: são mães, pais e uma avó que dão rosto a estas saudades.
Direção: Fernando Vettore
Roteiro: Larissa de Lima e Fernando Vettore
Atuação e dramaturgias: Lucas dos Santos, Paulo Chierentini, Rana Moscheta, Rosane Freire, Tayná Miessa e Vanessa Vzorek
Dramaturgista: Fernando Vettore
Depoimentos: Elsa Godoi, Gildelice Carneiro, Marcos Moscheta, Marly Vzorek, Noriko Nagamatsu, Paulo Roberto Alves
Iluminação: Alan Cristian
Cenário e Figurino: Paulo Vinícius
Trilha Sonora Original: Fernando Ribeiro e Paulo Chierentini
Captação de Áudio: Breno Monte Serrat
Gravação, Mixagem e Masterização: Estúdio Palacete Popular
Câmera e Montagem: Larissa de Lima
Designer Gráfico: Adriana Alegria
Direção de Produção: Rana Moscheta
Duração: 67 minutos
Classificação Indicativa: Livre
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

*a programação completa, e diária, estará disponível nas mídias digitais do festival (site, app e redes sociais)
Programação Gratuita

 

Executive XpeedStudio LLC

Sr. Engineer XpeedStudio LLC

Product Lead XpeedStudio LLC

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  • Data: 30/03/2022 - 10/04/2022
  • Local: Cine Passeio
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